domingo, 18 de abril de 2010



NUNCA SE ANULE!

Nada na vida é mais importante que a sua identidade.
Quando você sabe o que não quer pra você, de certa forma já está dizendo o que quer.
Algumas vezes na vida a gente precisa anular nossas vontades, por que nem tudo é do jeito que a gente quer que seja, mas quem vive se anulando em tudo, aí é que é o problema.
Nossa vida deve estar em primeiro plano.
A gente aprende a se valorizar, a se amar, pois só assim podemos amar o próximo.
Nunca abandone suas crenças, seus valores, sua família, seus amigos, seus sonhos.
Relacionamentos amorosos, relacionamentos entre irmãos, amigos, pais e filhos, colegas... devem ser pautados pela soma de sentimentos, afetos e respeito. Pessoas que só sugam os outros são vazias em tudo, precisam sugar para obter algo, pra dizerem que possuem alguma coisa.
Não se anule! Isso é o que desejo para aqueles que estão a minha volta.
Quando você perceber que as pessoas a sua volta só estão subtraindo algo de você, pule fora!
A vida é soma, algumas vezes se divide, outras tantas se multiplica.


sábado, 17 de abril de 2010

Nada mais certo que "o que os olhos não vêem, o coração não sente"... quando não se vê, talvez sinta-se menos...
Tô cansada!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Razão ou emoção?

Qual delas seria a melhor companheira para nos acessorar nas nossas escolhas?
Já não tenho mais tanta certeza do velho ditado "faça o que o seu coração mandar".
Às vezes o coração nos prega muitas peças, às vezes nossas escolhas parecem certas quando deixamos a emoção falar mais alto, mas na maioria das vezes parece ter sido este o sentimento que mais me tem feito tomar as escolhas erradas.
Uma lição aprendi: faça as coisas pensando no amanhã sim! não vem com essa história de que "o amanhã a Deus pertence", isso é certo que sim, sempre foi. Mas pense o que sua escolha lhe trará a curto, médio ou longo prazo.
Será que trocar de carro agora não te fará viver no aperto? será que aquele emprego que te prometeu mundos e fundos não é uma furada? (ah!esse tem sido meu maior problema, uma furada atrás da outra) Casar agora ou comprar uma casa antes, e se estruturar? ter filhos logo? será? tô preparada pra isso?...
Várias são as vezes que me pergunto se estarei certa quando tomo minhas decisões. Várias são as oportunidades que "levei na cabeça". Não sei o que Deus quer me dizer, mas até quando vou me dar mal?
Hoje tô melhorzinha, mas tenho me perguntado até quando ser "boa", até quando ser "certa", "correta"...??? nesses momentos vejo o diabinho me cutucando, me colocando à prova.
Às vezes me deixo levar pelos sentimentos de aflição e angústia, medo e incerteza, mas logo vem Deus e põe tudo isso pra escanteio.
Só Deus pode entender o que me causa dor, os outros podem até imaginar, mas não passa disso.
Só Deus mesmo...
Sempre Ele...

sexta-feira, 2 de abril de 2010


"... Encontrei-me com Jesus num jardim.
Nunca vi nada tão lindo assim.
Minhas dores entreguei em suas mãos,
E Jesus foi falando pra mim

- Das feridas que eu recebi não saíram sangue nem dor,
Foi por isso que o mal eu venci,
Porque delas só saía amor,foi sempre o meu amor!

Foi por você que eu me deixei ser tão chagado e ferido
Por isso sinta-se amado e querido
Pois é o meu amor que cura sua dor.

Foi por você que na cruz meu sangue foi derramado
Por isso sinta-se querido e amado
Pois é o meu amor que cura sua dor, que cura sua dor!

Então Jesus pediu-me assim,
Que as mágoas que estivessem em mim,
Que
delas não saíssem mais dor.
Que de hoje em diante só saísse amor.

Que seja sempre assim!!!!

-Foi por você que eu me deixei ser tão chagado e ferido
Por isso sinta-se amado e querido
Pois é o meu amor que cura sua dor

Foi por você que na cruz meu sangue foi derramado
Por isso sinta-se querido e amado
Pois é o meu amor que cura sua dor, que cura sua dor!

domingo, 28 de março de 2010

Achei interessante...

Repasso...

"O trote universitário nada mais é do que uma tradição degradante, humilhante e

que não corresponde em nada com as mínimas noções de civilidade.

É simplesmente impossível prever a que o calor das "brincadeiras não violentas" pode levar. Os jornais, todos os anos, estão lotados de manchetes sobre os rumos que os "não violentos" deram aos seus feitos.

E mais, o conceito de violência pode ser bastante pessoal, e o que para uns pode ser levado "na esportiva" para outros pode ser uma experiência constrangedora e traumática. Qual o limite da "não violência", da "brincadeira", do "saudável"?

Alguns "organizadores" defendem-se arguindo que a participação é "voluntária". Mas sabemos (não sabemos?) que é apenas retórica.

Aqueles que se negam a participar dos rituais impostos pelos "vetaranos" acabam sempre com a mácula de antipáticos ou coisa que o valha.

Não sei como ainda podem achar que ovos e farinha devam estar em outro lugar que não na cozinha, ou que para desejar boas vindas seja necessário pintar, submeter os calouros ao constrangimento de desfilar, amarrados uns nos outros, pelas principais ruas da cidade.

Uma olhada nos livros de história (não precisam ler queridos, apenas olhem as gravuras) encontraremos imagens bem semelhantes de séculos passados.

É triste e vergonhoso imaginar que, por mais que tenhamos evoluído, ainda precisemos dessas "cerimonias de passagem" tão absurdamente primitivas."

(Janaína da Matta)

sábado, 27 de março de 2010


CERRO X INTER
Eu fui!!!

Estou de volta!

Andei sumida, é verdade. Mas era necessário, precisava pensar um pouco.

Parece que agora eu escuto ao pé do ouvido uma amiga dizer "é o que você mais faz!pensar"...hehehe

Por muito tempo pensava "a quem devo agradar?" e, "por que agradar?"
A gente às vezes demora, mas começa a perceber, é correto entregar aos alheios a nossa felicidade?
É correto entregar a nossa vontade?
Será que o “EU” deve ser submetido a “eles”?

Eu mudei de emprego, eu mudei de pensamento, eu mudei de sentimentos... eu mudei.

E eu conto que mudei para quem eu quiser que saiba que mudei, os outros, se souberem das mudanças que seja pelos outros. Cansei da opinião alheia. Cansei de quererem resolver a minha vida por mim.

Por isso aí vem a regra nº 1 para ser meu amigo: aprenda a ler nas entrelinhas aquilo que não falo, e dê o máximo de atenção aquilo que quero que saibas por mim.
Submeter-se ao que os outros pensam pode ser a diferença entre ser feliz e infeliz; entre ter sucesso ou ser fracassado.
Os outros merecem da gente respeito, não merecem ter poder sobre nossa vida

Respeitar os limites do “Eu” no espaço do “Nós”, tem gente que não sabe o que é isso.
"Subestimar a capacidade destruidora do outro é ter uma visão ingênua do poder de malícia inserido na arte de intrometer-se para destruir."... achei interessante isso quando li.
Cada um de nós deve ter o claro conhecimento de si mesmo. O que quero construir, o que quero terminar, o que quero começar ou recomeçar?!

Se eu troquei algo na minha vida várias vezes nos últimos tempos é problema meu. Quem sabe eu não 'tava feliz, quem sabe não era pra mim, quem sabe?!
Sábia decisão "mudar", permito-me escolher sem precisar da opinião dos outros, ou pedir a opinião só pra quem eu quero.
Seria um frágil compromisso consigo mesmo permitir que escolham por você.
Ah gente! Que história você quer construir? A sua ou a que os outros querem para você?
Cada pessoa deve ser protagonista da sua vida.

Acredito ter uma história de vida autêntica.

Tenho altos e baixos.
Meus fracassos e conquistas são produto de uma vida humana.
Eu quebro a cara de vez enquando, mas eu também me ergo do chão muitas vezes.

Viva cada um a sua vida, só seja parte da história de alguém quando for chamado pra contracenar junto, do contrário, seja expectador apenas.